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Resumo (para quem não conhece).
Na cidade havia um plátano enorme capaz de abrigar muitas pessoas nos dias de chuva. Na Rua do Plátano, rua onde estava a árvore, também havia uma velha estação dos correios.
Em frente ao plátano morava Beatriz que a contemplava de sua janela.
Um dia, correram rumores de que iam abater o plátano para construir uma nova estação dos correios.
Beatriz, indignada, escreveu uma carta aos senhores responsáveis para os demover de suas intenções. É óbvio que não conseguiu o resultado pretendido e a certa altura apareceram homens com serras para cortar o plátano.
Beatriz ficou alarmada e tentou convencer os homens a não levar por diante as suas intenções. Porém, só conseguiu algum resultado quando abraçou a árvore e disse qualquer coisa deste género:
- Para cortarem a árvore têm que me cortar a mim também.
Os homens, sem saber o que fazer, foram embora contar o sucedido aos seus superiores.
No dia seguinte, apareceram lá na rua senhores muito importantes, de fato e gravata, para convencer a população que a árvore tinha mesmo que ser cortada. O povo já estava todo do lado da Beatriz e os homens prometeram que não faziam nada naquele dia e que iam pensar numa solução.
Beatriz, pelo sim pelo não, dormiu encostadinha ao plátano não fossem eles cortá-la durante a noite.
Os homens engravatados decidiram que não estivesse lá ninguém junto da árvore a cortariam mas se estivesse lá gente diriam que iam pensar melhor.
Assim foi. Chegaram lá e viram a Beatriz a dormir debaixo do plátano. Nessa situação acabaram por prometer que o plátano não seria cortado e houve uma explosão de contentamento por parte de toda a gente, principalmente pela Beatriz.
Com a sua valentia a Beatriz conseguiu salvar o seu amigo plátano.
VITÓRIA, VITÓRIA, ACABOU A HISTÓRIA.
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