sábado, 25 de outubro de 2008

PEQUENOS ESCRITORES

SEI QUE GOSTAM DE ESCREVER E ENTÃO TIVE UMA IDEIA. PODEM ESCREVER UM CONTO DE VOSSA AUTORIA E ENVIAR PARA O MEU E-MAIL. DEPOIS EU ENCARREGO-ME DE PUBLICAR NESTE ESPAÇO. FORÇA NISSO!!!! ESTOU ANSIOSO POR LER OS VOSSOS TRABALHOS.

VOU DAR O EXEMPLO E ESCREVER JÁ O MEU.


Certa manhã de Outono o João saíu à rua com a mãe e ficou espantado. Os passeios estavam cobertos de folhas castanhas e amarelas e era muito agradável andar em cima delas. Era fofinho.
Por mais que pensasse ele não conseguia perceber como tantas folhas teriam ido ali parar. Não conseguia perceber quem teria tido a ideia cobrir os passeios de folhas. Mas, fosse quem fosse, teve uma grande ideia, pensou ele.
Ia pensado no assunto enquanto caminhava de mão dada com a mãe.
Naquela manhã o João tinha saído de casa mais cedo do que o habitual porque ia ao Posto Médico para ser vacinado. A mãe já o tinha avisado que quando fizesse cinco anos teria que ser vacinado. Era, portanto, inevitável que isso acontecesse.
Graças às folhas, o João, até se tinha esquecido do medo que sentia da vacina e lá ia ele todo contente a vê-las a rodopiar ao sabor do vento que se fazia sentir.
A certa altura resolveu perguntar à mãe se sabia quem tinha posto tantas folhas na rua.
A mãe, sorriu com carinho, e respondeu:
- Oh, meu amor! Olha para as árvores.
O João ficou espantado com a resposta, olhou para as árvores e ainda mais espantado ficou ao ponto de exclamar:
- Ainda no noutro dia as árvores tinham folhas e agora não têm nenhumas! Alguém as arrancou e deixou-as espalhadas no chão. Que grande maldade!
Desta vez a mãe não conseguiu conter uma pequena gargalhada que deixou o João um pouquinho irritado.
- O que foi? De que estás a rir? Achas graça a arrancar as folhas das árvores? - perguntou ele um pouco zangado.
- Ninguém arrancou as folhas. - respondeu a mãe ainda a sorrir.
- Então? Ninguém? Como vieram parar ao chão? - perguntou ainda mais confuso.
A mãe explicou que no Outono algumas árvores deixam cair as folhas. Explicou ainda que a noite tinha sido ventosa e que teria sido o vento a arrancar as folhas tal como em noites anteriores.
- Mas nas outras manhãs eu nunca vi folhas no chão. - disse o João.
- Pois não. Nas outras manhãs saímos de casa mais tarde e os trabalhadores que cuidam da limpeza das ruas já as tinham apanhado. Por isso não as vias no chão.- respondeu a mãe.
- Então é isso! Boa! - exclamou o João.
- Boa porquê? - perguntou a mãe.
- Assim até está a ser bom ir à vacina. Se não fosse por elas eu não estava a andar em cima das folhas.

- Pois é! - exclamou a mãe.

Lá foram os dois a rir desta pequena aventura do João.




FIM



Já agora, as árvores que perdem as folhas no Outono chamam-se árvores de folha CADUCA. As outras, que não perdem as folhas, chamam-se árvores de folha PERENE ou PERSISTENTE.


Gostaria que desses um título a este conto. Podes utilizar os "Comentários" para o fazer.

O Diogo Pina já enviou o seu texto.

Era uma vez um menino chamado João.
O João tinha uns amigos. Um menino e duas meninas. O menino chama-se Gonçalo e as meninas eram a Joana e a Cristiana.
Todos decidiram fazer um piquenique.
As meninas preparavam a comida e os meninos preparavam as brincadeiras.
As meninas levaram um bolo, umas sandes etc...
Os meninos levaram, para brincar, um lenço para jogar à cabra cega e uma bola para jogar à bola. Quando eles chegaram, ajeitaram a toalha e fizerao uma fogueira.
No final do dia pagaram a fogueira com areia e água e assim acabou um dia de piquenique.

Diogo, obrigado pela tua participação.

(Falta o título. Também gostaria que dessem ideias para um possível título.)

A Beatriz também já enviou. Vamos ler?

Era uma vez uns meninos que se portavam bem.
A família vivia no Luxemburgo.
O avô foi a casa dos netos e bateu à porta. Eles abriram-na de imediato.
Os meninos disseram com algum espanto e contentamento:
- Avô!
- Olá, como estão? Que tal irmos hoje ao parque? – Perguntou o avô.
Os meninos deram pulos de alegria e responderam:
- Sim!
O avô vestiu as crianças e depois foram almoçar todos juntos a casa dos avós.
A avó estava em casa a preparar o almoço.
Mais tarde, depois de comeram foram todos ao parque.
Chegaram ao parque e estavam todos contentes porque iam brincar para o baloiço.
Passado algum tampo os avós disseram:
- Vamos meninos acabou a brincadeira, temos que ir para casa lanchar e depois vamos levar-vos a casa porque a vossa mãe está à vossa espera.

-ESTÁ BEM! - DISSERAM AS CRIANÇAS SATISFEITAS.

Obrigado pela tua participação Beatriz.



Já a seguir o texto do Pedro que nos relembra o Natal que está quase a chegar. Aposto que é a época do ano que vocês mais gostam. Acertei? Podem estar descandados porque também é a que eu mais gosto. Mas... vamos ao texto.



Férias de Natal

O Luís era um menino curioso. Ele fazia muitas perguntas e uma delas foi :
- O que é o Natal?
A mãe explicou que o Natal era muito divertido. O Luís quis logo saber mais coisas sobre o Natal. Ele procurou em livros e no computador tendo encontrado muita coisa.
Como se estava na última semana de Novembro, o Luís fez a árvore de Natal e o presépio.
Os dias foram passando até chegar ao dia 24 de Dezembro. Convidou a família e uns amigos e todos fizeram a festa.
O Luís perguntou à mãe quando é que o Pai Natal chegava. A mãe respondeu que era quando ele estivesse a dormir. O Luís, ao ouvir essa resposta, foi logo para a cama.
De manhã, ele foi a correr para sala abrir os presentes.
Brincou, brincou, brincou… mas também sabia que as Férias estavam quase a acabar.
PEDRO, OBRIGADO PELA TUA PARTICIPAÇÃO COM ESTE BELO CONTO DE NATAL.

7 comentários:

  1. Parabêns!Mais uma vez o blog está muito engraçado e convidativo as nossas crianças estão entusiasmadas...
    Mãe do Tiago Enfermeiro

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  2. Obrigado. Se eles aproveitarem para pesquisar e estudar será muito bom.

    Prof. Victor

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  3. Eu gostei do texto sobre o Outono.Vou tentar adivinhar as adivinhas.Gostava que pusesse mais coisas no blog.

    Pedro Primor

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  4. Muitos parabéns ao professor Victor, o site está muito bom,e para eles é óptimo aprenderem "a brincar". Há que adaptar o ensino aos novos tempos e ás novas realidades. Talvez a nossa taxa de insucesso escolar não fosse tão alta se houvessem mais professores assim.

    O meu bem haja.

    Mãe do Pedro Primor

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  5. A HISTORIA QUE O PROFESSOR ESQUERVEU DO OUTONO ESTA MUITO FANTASTICA.






    DA BEATRIZ .

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  6. Obrigado pelos vossos comentários.

    Prof. Victor.

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  7. A minha ideia sobre o titulo do texto do D.Pina é a seguinte:
    ´´O piquenique dos amigos´´.-Nuno

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